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Curumin
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Nascido em São Paulo no ano de 1976, descendente de japoneses e espanhóis, Luciano Nakata Albuquerque ganhou logo cedo o apelido de Curumin. Iniciou sua carreira musical por volta dos oito anos de idade quando formou sua primeira banda com colegas de escola, tocando panelas em substituição à bateria. Aos quatorze anos já tocava bateria e percussão em casas noturnas de São Paulo e aos dezesseis anos aprendeu sozinho a tocar teclado.

Como baterista, Curumin acompanhou grandes nomes da MPB, como Paula Lima (de 1997 à 2002), Arnaldo Antunes (de 1999 à 2005), Vanessa da Matta (2006) e CéU (2007), entre outros. Ainda na década de 1990 tocou com a Banda Toca ao lado do guitarrista e produtor Gustavo Lenza, com quem veio à produzir seus dois primeiros discos.

Em 2003 Curumin inicia sua carreira solo com o lançamento de seu primeiro disco entitulado “Achados e Perdidos” pelo selo YB Music no Brasil. Em 2005 este CD é lançado no mercado norte-americano pelo selo californiano Quannum Projects. Em 2008 Curumin lança seu segundo trabalho de estúdio - “JapanPopShow”, lançado simultaneamente no Brasil, pela YB Music, nos EUA pela Quannum Projects e no Japão pela JVC / Victor Entertainment.

“Um dos mais espertos jovens músicos de São Paulo, Curumin é um mestre tanto no funk americano quanto no brasileiro.”
Ben Ratcliff - The New York Times



Achados e Perdidos - 2003

Acahdos e Perdidos

Lançado no Brasil (2003), EUA (2005) e no Japão (2008), Achados e Perdidos marca a estréia da carreira solo do multitalentoso artista paulistano Curumin.

Nest disco, Curumin apresenta suas influências musicais, fazendo claras referências ao Soul e Funk americanos, ao Samba e ao Samba-Funk dos 70 e ao Hip-Hop.

As 12 faixas do disco trazem ruídos misturados a programações eletrônicas, riffes distorcidos de guitarra e cavaquinho, junto às baterias e percussões do Curumin. “Achados e Perdidos” traz samba-rock/funk em faixas como "Guerreiro” e "Tudo Bem Malandro”; baladas com um toque psicodélico em "Samba Japa” e “Vem Menina” e surpreende com um cover de Stevie Wonder em “You Haven’t Done Nothing”.

A música “Tudo Bem Malandro” foi escolhida pela atriz Natalie Portman para integrar uma coletânea feita para a organização filantrópica FINCA, e também por Remi Kolpa Kopoul na coletânea Radio Nova “Brasil do Futuro” de 2006 .

A música “Guerreiro” serviu ainda de trilha sonora para um comercial de Nike transmitido durante a Copa do Mundo de 2006. Recentemente, essa mesma música foi trilha de um anúncio da cerveja Miller exibido na TV norte-americana. “Guerreiro” também aparece representando o Brasil na trilha sonora do jogo FIFA Street II.

“Vem Menina” integrou a coletânae francesa da Radio Nova “Nova Tunes 1.3”.

“Achados e Perdidos” é um manifesto das referências étnica e culturais da vida de Curumin em São Paulo.






Guerreiro






Tudo Bem Malandro

“Nas faixas de seu disco, Curumin combina Jazz-Funk estilo anos 70 com batidas eletrônicas, criando um som propulsivo e contagiante.”
The Wall Street Journal - 5 de novembro de 2005

“Curumin conseguiu capturar a alma e o coração de São Paulo.”
Daily News - novembro de 2005

“Curumin prova ser um brilhante aprendiz do Samba brasileiro e do Funk Americano.”
Entertainment Weekly - outubro de 2005

“Achados e Perdidos é uma excelente mistura de MPB, Funk e música eletrônica (…) O cover de Stevie Wonder é um dos únicos já feitos que fazem justiça à lenda da Soul Music.”
URB - outubro de 2005



JapanPopShow - 2008

JapanPopShow

Em 2007 Curumin inicou a produção de seu segundo disco “JapanPopShow”, contando com a participação de artistas como Blackalicious, Tommy Guerero, General Electric e Turbo Trio.

"JapanPopShow"
foi lançado em 2008 simultaneamente no Brasil pela YB Music, nos EUA pela Quannum Projects e no Japão pela JVC / Victor Entertainment.

O disco começa com a faixa título, que ganhou este nome por causa de um programa de auditório que passava na TV na década de 80. É música para dançar do começo ao fim, estabelecendo seu inimitável estilo de Samba Soul, com pitadas de Afro Beat, Dub e Funk. O flerte com a Tropicalia em “Esperança” evoca a energia brasileira. A energia vinda dos beats de “Sambito” é ajudada pela guitarra de Tommy Guerrero. Mas é também afetuosamente pessoal: Na faixa “Magrela Fever”, com sua influência de Mutantes e Manu Chao, Curumin canta sobre a alegria em andar de bicicleta, enquanto em “Compacto” é sobre a paixão por discos compactos de 45 rotações.






Compacto






Magrela Fever

“Este cantor e multi-instrumentista de São Paulo combina MPB com modernas pitadas de eletrônico para criar um som que, ao mesmo tempo, remete ao passado e olha para o futuro.”
Playboy Magazine - 10 To Watch in 2008 - março de 2008

“JapanPopShow afirma com autoridade o potencial que este artista já demonstrou em shows ao vivos. Disco bom do começo ao fim.”
Rolling Stone Magazine Brazil – maio de 2008

“Totalmente impactante. É uma mistura precisa de beats pesados e enérgicos com sonoridades delicadas. Soul, funk, dub, reggae, hip hop dialogam com o samba e o baião, reinventando a música brasileira contemporânea.”
Folha de São Paulo – junho de 2008

“Despojado e sofisticado”
Revista Carta Capital – junho de 2008

“Luciano Nakata desliza leve e solto, com o vento batendo no rosto, pelos mais diversos gêneros - samba, reggae, funk, soul, rap, baião, dancehall – sem se prender a rótulos e com muito bom humor. Mais internacional, impossível.”
Globo.com – junho de 2008

“Disparando referências e esbanjando qualidade técnica e de produção, Japan Pop Show entra na lista dos melhores discos nacionais de 2008”
SPFW.com.br – junho de 2008

“Incorporando influências sem preconceitos, Curumin é um dos criadores mais sintonizados com o espírito da nova MPB”
Revista BRAVO! – julho de 2008

“Este multi-instrumentista brasileiro passeia sem esforço por uma colagem “Tropicália-pop-funk” que faria Beck babar.”
Spin Magazine - maio de 2008

“O estilo meio reggae da faixa título tem o charme de uma jam lisérgica de derreter o cérebro. Em outras partes, Funk denso colide alegremente com Samba e Bossa Nova; “Kyoto” sugere um Caetano Veloso encontrando Funkadelic. Se “Fumanchu”, uma música instrumental baseada simplesmente num simples riffe de piano elétrico, pode causar imenso prazer, então com certeza existe uma mágica acontecendo.
Spin.com - maio de 2008

“JapanPopShow” é possivelmente a maneira mais fácil de conhecer a cultura brasileira sem precisar ir para lá. Com elementos de Dub, Afro Funk, Samba, Soul e Hip-Hop criando o clima, Curumin soa como a versão brasileira de Jack Johnson. Adicione à isso um violão de Bossa Nova e você consegue uma música que fala para a alma.”
Remix Magazine - maio de 2008

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